Plataforma afirma que já havia retirado servidor do grupo do ar, mas não cedeu mais informações

O Discord afirma ter identificado e desativado um servidor privado em que integrantes incentivavam a automutilação de uma jovem antes da morte da mesma, no dia 22 de julho.
À Folha de São Paulo, a plataforma trouxe a informação como resposta à iniciativa do governo federal que pediu, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), esclarecimento sobre a atuação da empresa no caso. O governo também cobrou medidas para proteger usuários com menos de 18 anos.
Segundo o Discord, o servidor era apenas acessível mediante convite e não era buscável por outros usuários. A empresa ainda afirma que investigou e apagou o grupo com antecedência.
Apesar disso, a empresa não forneceu mais detalhes sobre quando identificou o servidor, quantos usuários faziam pate ou que medidas foram tomadas. Ela ainda disse que não tolera grupos que promovam violência e tem diálogo contínuo com autoridades brasileiras como o Ministério da Justiça.
A plataforma assegura também que já atuou na identificação de grupos envolvidos em atividades violentas e fez denúncias, além de cooperar com autoridades brasileiras em operações que resultaram em prisões.
Discord e AGU
Em acordo prévio, o Discord precisa apresentar, até o final desta semana, um plano completo de procedimentos, medidas e mecanismos destinados a corrigir as falhas identificadas e assegurar o cumprimento das obrigações legais de proteção.
Fonte: Midiamax
